Tem aqui na cidade de Candeias, esse pavilhão, que é uma estrutura um pouco desajeitada e mal cuidada que abriga o nosso Covento da Festa do Rosário da Ponte. Digo nossa porque sou candeense, católica frequentadora da dita festa desde a barriga de minha mãezinha, e filha também de Nossa Senhora do Rosário.

Um adendo para corrigir minha crítica às instalações do pavilhão, pois infelizmente o investimento na cultura não chega ao ponto de garantir infraestrutura adequada às associações e irmandades do município.

Pois bem. Voltando ao nosso Chico. Muitas já foram as histórias que já ouvi falar sobre ele. Benzedor, curador, bruxo, macumbeiro. De tudo um pouco. Boa pessoa, má pessoa, somente um alucinado vivendo do que a vida não lhe deu de sorte…

Minha mãe diz que Sr. Chico não sabia escrever e nem ler, e que pra enviar cartas à família, ia à sua residência, que era em frente, e era minha avó quem escrevia, enquanto ele ditava o que queria falar. Esse relato me faz pensar em um senhorzinho bem simples, com suas crenças, medos e inseguranças. Uma pessoa comum.

Mas…Em um blog de um conterrâneo, o curandeiro jogava praga. E confesso que o relato me deixou um pouco que encafifada.

Como que se faz uma homenagem a uma pessoa que deixou um legado controverso, que não se tem certeza do nome, ninguém tem uma foto deste dito senhor…

Afinal, quem foi Chico Viriço? Seu Chico curou ou jogou praga?

Quem tiver interesse em ler os textos do nosso querido escritor candeense, abaixo estão os links do blog:

https://candeiasmg.blogspot.com/2020/06/da-casa-de-chico-do-virico.html
https://candeiasmg.blogspot.com/2020/06

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